A criatividade, a sensibilidade, a percepção do mundo e a reflexão são caminhos da formação e da prática da arte-educação, possuindo um caráter social de agente de transformação do processo de ensino, sob uma ótica includente e naturalmente transdiciplinar. Essa é a dinâmica que faz da Arte uma disciplina diferenciada das demais.
Cada linguagem tem suas especificidades próprias que devem ser conduzidas com bastante clareza, lembrando que o nível de aprofundamento dependerá da adequação à faixa etária.
Segundo Nóvoa, a competência é uma capacidade de produzir hipóteses, até mesmo saberes locais, que, se já constituídos, são constituíveis a partir dos recursos do sujeito, o que faz-se supor que a escola deva oferecer espaços para a história e o projeto pessoal dos alunos, unindo saberes e vivências.
Para o aluno adquirir competências relacionadas às especificidades da Arte, não basta que ele decore os conteúdos ou apenas realize as atividades referentes a eles; ele precisa desenvolver habilidades a partir desses conteúdos que possibilitem a construção das competências, o que exige domínio de conhecimentos.